O relator da reforma apresentou um substitutivo que unifica cinco tributos — PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS — em dois novos impostos: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).

Associações empresariais divergem sobre o impacto para micro e pequenas empresas. Enquanto alguns setores comemoram a simplificação, outros alertam para aumento da carga fiscal em atividades específicas.

O governo federal defende que a reforma vai reduzir a complexidade burocrática e atrair investimentos estrangeiros para o Brasil. A previsão é de que as novas regras entrem em vigor de forma gradual entre 2026 e 2032.

O texto ainda precisa passar pelo Senado antes de ser promulgado. Líderes partidários sinalizaram que haverá emendas antes da votação final.