Segundo relatório divulgado pela agência humanitária da ONU, mais de 12 milhões de pessoas enfrentam insegurança alimentar grave na região, enquanto o acesso a água potável e serviços médicos permanece crítico em zonas de conflito.

Organizações não governamentais que atuam na região confirmam os dados e alertam que o número de deslocados internos superou 3 milhões nos últimos seis meses, sobrecarregando campos de refugiados e cidades vizinhas.

O Conselho de Segurança da ONU deve se reunir em sessão de emergência para discutir medidas de contenção e o aporte de recursos ao fundo humanitário. Países doadores históricos já sinalizaram contribuições adicionais.

Diplomatas brasileiros que acompanham as negociações afirmaram ao Pipo News que o Brasil apoia resolução pacífica dos conflitos e está disposto a contribuir com missões humanitárias sob mandato da ONU.